O que pode a Paisagem? Escalas intensivas e linhas afetivas e narrativas poéticas cinematográficas e...

Nome: Carolina Leardine Zechinatto
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 06/03/2017
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Antonio Carlos Queiroz Ó Filho Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Antonio Carlos Queiroz Ó Filho Orientador
Celeste Ciccarone Examinador Interno

Resumo: O que pode a paisagem? Essa é a questão que impulsiona o presente trabalho e que foi inspirada pela pergunta “o que pode o corpo?”, do filósofo Espinosa. Quando usamos “o que pode”, estamos lidando com uma questão de potência: uma abertura ao campo de variação da paisagem. Alinhados à perspectiva de produção contemp orânea do pensamento, no contexto do pós-estruturalismo, vemos que a Geografia, especialmente nos estudos pautados no pensamento deleuziano, tem se inserido cada vez mais em um movimento já realizado por outras ciências de compreender as imagens como uma linguagem privilegiada para dizer do mundo, participando intensamente de uma educação visual que afeta nossa experiência no/com o mundo. Nesse contexto, essa pesquisa se debruça sobre a dobra entre o Cinema e a Geografia, trazendo a linguagem cinematográfica como forma de problematizar o conceito de paisagem a partir das noções de escala, corpo, polissensorialidade e intensidade. Para isso, será analisado o filme “A história da eternidade” (2014), do diretor Camilo Cavalcante. Assim, pretendemos partir do tensionamento da concepção mais tradicional da paisagem (como representação, janela de contemplação à distância, exterioridade), fazendo ecoar as variações minoritárias que o filme coloca em questão para pensar em uma experiência paisagística de corpo inteiro.

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